Grazi Massafera admite ser ciumenta como a Ester de ‘Flor do Caribe’: ‘Quem diz que não é está mentindo’

Não é só na ficção que Grazi Massafera é uma mulher ciumenta. A intérprete de Ester, que em “Flor do Caribe” sofre com as investidas de Cristal (Moro Anghileri) para cima de Cassiano (Henri Castelli), admite que também morre de ciúme na vida real.
- Eu tenho ciúme. Toda mulher tem. Quem diz que não tem está mentindo. Mas a maneira como lidamos com ele é diferente. Sou canceriana, sou ciumenta por natureza - diz Grazi, que sai em defesa de sua personagem: - Qualquer mulher ficaria louca com uma situação dessas. Ester até que tenta levar com bom humor, mas claro que às vezes perde o controle.
Casada com o galã Cauã Reymond, Grazi garante que tenta ao máximo administrar o ciúme e convertê-lo a favor da relação.
- Quando você está com uma pessoa que te dá muita segurança, não há por que ter ciúme, mas a gente apimenta a relação com isso. Ciúme é gostosinho quando está na medida certa. Só tem que tomar cuidado com esse limite. Passar do ponto não é legal.
Cooperótica
No ar em ‘Sangue bom’, Ellen Roche diz que é uma médica frustrada e que seguiu a carreira por acaso

Quando indagada sobre o que emprestou para Brunetty, a periguete também conhecida como Mulher Mangaba na trama das 19h, “Sangue bom”, Ellen Rocche solta uma gargalhada:
— O bumbum — afirma.
Com 1,76m de altura e formas sinuosas, a atriz de 33 anos sabe que sua voluptuosidade chama a atenção. E, consequentemente, atrai papéis de gostosona à frente das câmeras. Mas, garante, não se incomoda em ter seus atributos explorados pela dramaturgia.
— Não vejo problema algum com a gostosa, porque pode existir a advogada gostosa, a professora... Meu biotipo não me impede de fazer bons personagens — acredita. — No caso atual, o quadril me ajuda porque uma saia vira um cinto em mim. É assim, o magro é elegante, a mulher voluptuosa é gostosa — resigna-se.
Com a Mulher Mangaba, Ellen conta estar vivendo um momento de plena realização na carreira de atriz. Desde que começou a atuar — o primeiro papel foi em “A turma do Didi”, em 2003 — sempre perseguiu um objetivo: ser reconhecida nas ruas pela personagem, e não apenas ouvir elogios do tipo “como você é linda”.
— As pessoas me chamam pelo nome dela o tempo todo, dizem que ela é pistoleira, que a Bárbara Ellen (perua vivida por Giulia Gam na trama) merece apanhar. Adoro porque mostra o trabalho — gaba-se ela, que caprichou na malhação e até aprendeu a fazer o “quadradinho de 8” (a nova moda do funk) para incorporar o perfil da mulher-fruta.
Se hoje Ellen orgulha-se do contrato com a Globo (em vigor desde 2009) e afirma se considerar uma boa atriz, ela explica que sua chegada à TV aconteceu totalmente por acaso. E por um único motivo: ganhar dinheiro para sustentar a família e ajudar o irmão, George, hoje com 28 anos, no tratamento de uma doença chamada Tetralogia de Fallot — má-formação congênita do coração.
Os cuidados com o então menino a inspiraram a prestar vestibular para Medicina na USP. Passou, mas, diante da falta de condição para se manter — os pais estavam desempregados — deixou a universidade. Começou, então a procurar emprego como recepcionista. Sua sorte mudou quando um amigo a chamou para ser modelo num curso de fotografia. Ali, descobriu seus melhores ângulos e resolveu investir numa atividade que, até então, nunca havia passado pela sua cabeça.
— Imagina, eu, modelo? Sempre fui tímida, falava baixinho, não me achava bonita. Mas, atrás de dinheiro, levei as fotos para agências. Ouvi até que eu nunca evoluiria na profissão pelo meu biotipo. Cheguei em casa mal, fechei a boca. Fiquei com cara de doente e minha mãe disse que meu quadril sempre seria largo. Que eu teria que me aceitar assim e pronto. Isso abriu meus olhos — relembra, contando que era bem “rechonchudinha” na infância.
A relação de Ellen com a TV mudou, de fato, quando ela participou de uma prova no “Programa Silvio Santos”, por uma aposta com amigos. Desinibida no palco, chamou a atenção do dono do Baú, que a convidou para trabalhar no SBT, onde ficou por sete anos. Lá, participou do “Qual é a música” (sim, ela ficava com o rosto pintado dublando canções), do “Fantasia” e do reality “Casa dos artistas 2”, em 2002, no qual ficou em segundo lugar.
— Minha única meta era ajudar o meu irmão. Fiquei lá três meses e não falei sobre a doença dele para ninguém. Chorava muito, as pessoas achavam que eu era descompensada — recorda.
E o objetivo foi alcançado. Após o fim do programa, a história de família foi revelada, e o empresário Antônio Ermírio de Moraes entrou em contato com Ellen, abrindo as portas da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, para que o rapaz fosse operado. Desde então, ela se tornou madrinha do hospital, onde costuma ir ao menos uma vez por mês.
— Tenho até jaleco lá. Não sou médica, mas acho que um sorriso ajuda muito na cura de quem está mal — crê a atriz, que lê livros sobre anatomia e fisiologia. — Gosto de cuidar. Tenho 15 gatos de rua em casa.
A superexposição no reality trouxe, também, muitos convites para a famosa “presença VIP” em eventos pelo país. E, embora tenha conseguido fazer seu pé-de-meia, Ellen afirma que começou a sentir falta de mostrar conteúdo:
— As pessoas só me diziam que eu era linda. e isso foi me dando uma angústia grande. E depois que eu não for mais linda, o que será de mim?
Diante do dilema, buscou algo que tivesse a ver com o meio artístico e, de quebra, a ajudasse a vencer a timidez. Chegou a cursar um ano de Publicidade, mas, dessa vez, a agenda de trabalho como modelo impediu que levasse a cadeira adiante. Resolveu investir num curso de teatro, onde se encontrou, ela diz. A partir daí começou a fazer participações aleatórias e, depois de alguns testes malsucedidos e de estrear na “Turma do Didi”, ganhou o primeiro papel em “Metamorphoses” na Record. Na Globo fez “Zorra total”, “Beleza pura”, “Dalva & Herivelto” e “Insensato coração”, entre outras atrações. Antes de “Sangue bom”, viveu Valéria no remake de “O Astro”, em 2011:
— Não tenho pressa. Já fiz meu pé-de-meia, busco agora a realização profissional. Nunca fui atrás da fama pela fama, e a realização independe de você aparecer. Eu tinha uma fome pelo dinheiro, uma pressa em dar estabilidade para a minha família. Já consegui.
Por isso mesmo, ela jura, o papel de protagonista não está em seus planos de carreira.
— Elas trabalham muito! É incrível, não sobra tempo para nada. E eu gosto de parar para fazer as minhas coisas, seja um curso de interpretação ou de vinhos — enumera ela, que mora no Rio desde 2009.
Muito próxima à família — ela tem ainda uma irmã, a modelo Iza Rocche, que mora na África do Sul —, Ellen diz que, de vez em quando, leva um puxão de orelha da mãe.
— Quando ela acha que estou com o nariz empinado, me taca o chinelo — diverte-se.
Reservada no que diz respeito a namoros, ela frisa apenas que está feliz. E mais: acredita que a vida ainda lhe reserva boas oportunidades.
— Sou otimista, e tudo o que eu quero acontece! Pode levar tempo, mas acontece. Tenho até medo de pedir!
Pinheirão
Isis Valverde acha graça de suas fotos com make exagerado: ‘Fico linda de qualquer jeito’

Isis Valverde se divertiu ao ver a repercussão de fotos suas com a maquiagem exagerada. Nos cliques feitos durante a pré-estreia do filme “Faroeste Cabloco”, na noite desta quinta-feira, a atriz aparece com uma suave mancha branca no nariz. Bem-humorada, Isis Valverde ligou para o seu maquiador e disse: "Está engraçado. Ainda bem que fico linda de qualquer jeito!".
Segundo Ton Reis, responsável pelo visual da atriz há 7 anos, o erro aconteceu na hora de retocar a maquiagem para o evento.
“Tive que fazer a make correndo. E a maquiagem que usei na Isis Valverde é toda em HD. Esse tipo de produto aparece dependendo da qualidade da câmera fotográfica. Tanto que na maioria das fotos a mancha não apareceu. Isso já aconteceu com várias estrelas internacionais no tapete vermelho. Ela morreu de rir quando viu as fotos. Eu fiquei mais preocupado do que ela. A Isis é uma pessoa incrível, não se importa com esse tipo de bobagem”, conta.












































